Numa era em que já não existe ‘trabalho para a vida’, será que ainda podemos afirmar que a gestão de carreiras é, acima de tudo, uma responsabilidade das empresas para com os colaboradores?
Eis um novo paradigma, pois gerir carreiras ainda é um processo orgânico, estruturado pelas empresas, mas a atuação do colaborador é hoje mais alargada que no passado.
Se à empresa cabe a construção de objetivos claros e tangíveis, cabe ao colaborador, mais que o cumprimento dos mesmos, ter uma atitude pró-ativa, manter-se atualizado e integrado, reciclar conhecimentos, manter-se aberto à mudança e procurar evoluir.
Cabe a cada colaborador contribuir para os resultados da organização, mostrar-se flexível e permeável a novas áreas e tarefas. Cabe a cada empresa tomar atenção às suas equipas e ver quais as potencialidades de cada colaborador dentro da organização.
